Confesso que mesmo tendo me casado "algumas" vezes, é a primeira vez que lido com enteados, antes quem tinha que lidar com eles era o marido. Percebi que enteado além de ser criado por outra pessoa ainda nos vê com maus olhos, muitas vezes instigado pela mãe, e acaba nos tratando como "a madrasta má que desfez nossa família".
Acho quase impossível haver um relacionamento bom entre madrasta / enteados ou padrasto / enteados se a ex-esposa (que normalmente fica com os filhos) fizer campanha contra. Parece que ela acha que além de roubar-lhe o marido queremos também ficar com seus filhos.
Tudo não passa de uma fantasia mal resolvida, ninguém toma ninguém de ninguém e normalmente as pessoas só estão prontas para um novo relacionamento quando o anterior já está completamente esvaziado de emoções, restando apenas as brigas e acusações mútuas.
Em vez de tentar ver onde errou, o que deu errado na relação e partir renovada para tentar ser feliz com uma bagagem emocional maior, a ex-mulher que tenta jogar a culpa do fracasso de seu casamento na esposa atual do marido está apenas inventando um bode espiatório. Em vez de encarar o que realmente deu errado ou não funcionava na relação anterior - para tentar não errar da mesma forma na próxima - ela contenta-se em fazer-se de coitada enquanto tenta jogar os filhos contra a atual mulher e até contra o ex-marido - pai de seus filhos.
Uma tentativa de solução tão doentia e imatura quanto essa por parte dela só pode resultar em desequilíbrio emocional por parte dos filhos, que ficam inseguros achando que vão mesmo perder o afeto do pai e passam a disputá-lo com a atual mulher, usando chantagem emocional e todos os outros artifícios que a mãe sabe ensinar tão bem.
Não existe praga pior em um casamento que ex-mulher mal resolvida. É pior que sogra, a sogra pelo menos quer o bem de uma das pessoas que formam o casal, que é o seu filho, já a ex quer mesmo é que os dois sejam infelizes juntos para sempre, melhor ainda se forem infelizes separados.
Eu sinceramente não tenho a menor vocação para psicanalista de mulher imatura e rancorosa e aliás nem diploma de psicanalista eu tenho - graças a Deus. Quanto menos contato eu tiver com a ex-mulher dele, melhor pra mim e pra ela - acreditem. Quanto aos filhos, o mais novo me aceita mas acho que é porque ainda não entende as armações da mãe, a filha me detesta (e eu a ignoro) e o mais velho me trata apenas com educação mas com reserva.
Eu respeito a atitude de cada um, não forço aproximação nenhuma, mesmo porque nunca me interessei por quem não se interessa por mim. Se um dia lá na frente tentarem se aproximar, vou acolher porque são filhos dele, se mantiverem distância para mim não farão falta. Acho que uma relação forçada com um verniz de educação por cima mas cheia de revoltas e alfinetadas por baixo não faz bem pra ninguém. Se for da vontade deles estarei disposta a tentar, mas não vou forçar barra nenhuma.
O que eu não quero é me envolver nas picuinhas antigas deles lá e que com o tempo invadam minha relação com meu marido - que é muito boa. Não quero entrar de forma nenhuma no joguinho de ciuminhos e revoltas resmungadas entre dentes. Estou fora. Se têm lá suas neuroses familiares que fazem questão de remoer pelos séculos, amém, isso é lá um problema deles. E que fique por lá.
Acho quase impossível haver um relacionamento bom entre madrasta / enteados ou padrasto / enteados se a ex-esposa (que normalmente fica com os filhos) fizer campanha contra. Parece que ela acha que além de roubar-lhe o marido queremos também ficar com seus filhos.
Tudo não passa de uma fantasia mal resolvida, ninguém toma ninguém de ninguém e normalmente as pessoas só estão prontas para um novo relacionamento quando o anterior já está completamente esvaziado de emoções, restando apenas as brigas e acusações mútuas.
Em vez de tentar ver onde errou, o que deu errado na relação e partir renovada para tentar ser feliz com uma bagagem emocional maior, a ex-mulher que tenta jogar a culpa do fracasso de seu casamento na esposa atual do marido está apenas inventando um bode espiatório. Em vez de encarar o que realmente deu errado ou não funcionava na relação anterior - para tentar não errar da mesma forma na próxima - ela contenta-se em fazer-se de coitada enquanto tenta jogar os filhos contra a atual mulher e até contra o ex-marido - pai de seus filhos.
Uma tentativa de solução tão doentia e imatura quanto essa por parte dela só pode resultar em desequilíbrio emocional por parte dos filhos, que ficam inseguros achando que vão mesmo perder o afeto do pai e passam a disputá-lo com a atual mulher, usando chantagem emocional e todos os outros artifícios que a mãe sabe ensinar tão bem.
Não existe praga pior em um casamento que ex-mulher mal resolvida. É pior que sogra, a sogra pelo menos quer o bem de uma das pessoas que formam o casal, que é o seu filho, já a ex quer mesmo é que os dois sejam infelizes juntos para sempre, melhor ainda se forem infelizes separados.
Eu sinceramente não tenho a menor vocação para psicanalista de mulher imatura e rancorosa e aliás nem diploma de psicanalista eu tenho - graças a Deus. Quanto menos contato eu tiver com a ex-mulher dele, melhor pra mim e pra ela - acreditem. Quanto aos filhos, o mais novo me aceita mas acho que é porque ainda não entende as armações da mãe, a filha me detesta (e eu a ignoro) e o mais velho me trata apenas com educação mas com reserva.
Eu respeito a atitude de cada um, não forço aproximação nenhuma, mesmo porque nunca me interessei por quem não se interessa por mim. Se um dia lá na frente tentarem se aproximar, vou acolher porque são filhos dele, se mantiverem distância para mim não farão falta. Acho que uma relação forçada com um verniz de educação por cima mas cheia de revoltas e alfinetadas por baixo não faz bem pra ninguém. Se for da vontade deles estarei disposta a tentar, mas não vou forçar barra nenhuma.
O que eu não quero é me envolver nas picuinhas antigas deles lá e que com o tempo invadam minha relação com meu marido - que é muito boa. Não quero entrar de forma nenhuma no joguinho de ciuminhos e revoltas resmungadas entre dentes. Estou fora. Se têm lá suas neuroses familiares que fazem questão de remoer pelos séculos, amém, isso é lá um problema deles. E que fique por lá.












